Em 1995, após um sonho de Dulcinha, das Obras Sociais Irmã Dulce, um menino baiano que iria completar 16 anos, recebeu um milagre de Irmã Dulce e teve a chance de continuar a viver com o mesmo aparelho respiratório que pertenceu ao “anjo bom da Bahia”, nossa Santa Dulce dos Pobres. Após seis meses de internação, graças ao milagre, na época, único aparelho existente no Brasil, Bruno continuou vivendo e respirando, teve alta hospitalar e foi a maior sobrevida brasileira com a doença. Se tornou um homem, namorou, apesar das limitações da doença, e foi a primeira pessoa do mundo a fazer viagens intercontinentais sob o uso de ventilação não invasiva, fez duas viagens à Europa e adorava shows e cinema. Ainda escreveu um livro pensando em inspirar outras pessoas com deficiência. Em julho deste ano, Bruno nos deixou, mas sua obra será lançada no próximo dia 27 de novembro, às 17h30, na livraria Leitura do shopping da Bahia.
Fonte: Tribuna da Bahia







