O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) reconheceu, nesta quinta-feira (21), que a instrução na folha de rosto do cartão-resposta do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU) gerou dúvidas para alguns candidatos, o que pode ter levado à não marcação do tipo de gabarito e da transcrição da frase de identificação.
O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública após a falta de marcação do tipo de gabarito ser detectada em vários casos. A Justiça Federal do Tocantins, em decisão no início de novembro, determinou o cancelamento da eliminação dos candidatos que não realizaram a marcação correta. O MGI comprometeu-se a utilizar outros meios de identificação para assegurar a segurança do processo seletivo.
Fonte: Metro 1







