“Quando a estrelar brilhar”… agora no céu

E o ano começou com duas perdas significantes.

Entre terça e quarta-feira (08) a cidade de Feira de Santana recebeu a notícia do falecimento de duas figuras importantíssimas cada uma em sua área de atuação.

Primeiro tomamos conhecimento através das ondas da rádio Sociedade News FM 102.1 por volta das 14:00h pelo repórter Paulo José, que falecera um dos músicos e compositores mais importantes destas cercanias. O talentoso cantor e compositor Carlos Pitta, muitos indubitavelmente em alguns casos poderiam não conhecer sua fisionomia, todavia conhecem a sua obra e sua voz.

Pois bem, trata-se do brilhante cantor e compositor feirense Carlos Pitta que nasceu na Av. Senhor do Passos no centro da cidade. Era um feirense de alma e coração, como por assim dizer nestes novos tempos, um feirense ‘raiz’. De bom trato fazia questão de enaltecer a cidade de Feira de Santana por onde passava.

O músico deixa um legado e um trabalho consolidado não só para a cidade, mas para o Brasil. Pitta é o compositor de um dos sucessos mais tocados em festas de São João, Micaretas e Carnavais, a música Cometa Mamembe que como toda boa música é atemporal. A música que virou sucesso nacional foi lançada em 1988 no disco “Feliz”.

Como residia em Salvador muitos feirenses só o conheciam através de sua voz que entoa o vídeo executado em eventos oficiais do Hino à Feira de autoria da poetisa Georgina Erisman, disponível nas plataformas digitais como também pelas canções ‘Cometa Mambembe’ interpretada por diversos músicos brasileiros e ‘Todos os Caminhos Levam a Feira de Santana’.

E foi em uma ensolarada tarde na Princesa do Sertão, um 07 de janeiro de 2025 que o grande mestre deixa esta existência terrena e assim como nos versos de Cometa Mambembe deixando “a fé no azul que está no frevo,” pois o azul é a cor da alegria.

Fonte: Acorda Cidade

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