“O curso não só capacita profissionais para enfrentar os desafios do planejamento urbano, mas também prepara as empresas do setor imobiliário para atender a uma demanda crescente
A presidente do IBDI, Maria Amélia Garcez, vê o planejamento urbano sustentável como um tema essencial para o futuro do país, especialmente para os profissionais do direito imobiliário e para o setor empresarial.
“Como advogados e também como parte ativa do setor empresarial — temos uma responsabilidade clara nesse processo. Este curso chega em um momento oportuno justamente para reforçar a consciência, que vem sendo gradualmente absorvida pelo empresariado baiano, de que o objetivo de um empreendimento imobiliário não deve se limitar à obtenção de lucro”, afirmou. “Mais do que isso, ele deve apresentar soluções sustentáveis, projetos diferenciados e com propósito, capazes de atrair clientes que já buscam, desde a aquisição do imóvel, contribuir para um futuro ambientalmente responsável”, destacou.
Garcez acredita que o mercado imobiliário baiano tem avançado alinhado aos princípios da sustentabilidade. “E isso acontece com o apoio do Instituto Baiano de Direito Imobiliário, da Associação Comercial e, agora, deste novo curso, que também convida o empresariado a participar ativamente desse movimento de transformação. A construção de uma cidade mais equilibrada e resiliente começa com a mudança de mentalidade, e essa mudança já está em curso.”
A empresária, advogada e presidente da Fundação Baía Viva, Isabela Suarez, compartilha da mesma visão. “O curso não só capacita profissionais para enfrentar os desafios do planejamento urbano, mas também prepara as empresas do setor imobiliário para atender a uma demanda crescente por projetos mais sustentáveis. Acredito que esse é um passo essencial para a construção de cidades mais organizadas e que ofereçam qualidade de vida para todos”, declarou.
Para Suarez, embora haja atenção — justa, porém muitas vezes exclusiva — voltada aos biomas mais distantes, os problemas urbanos seguem sendo negligenciados: acúmulo de resíduos, falta de planejamento, exclusão social, vulnerabilidade. “É fundamental destacar que esta iniciativa parte de uma entidade empresarial, e isso não é um detalhe. Sempre defendi o papel central do empresariado na pauta da sustentabilidade. Afinal, sustentabilidade é um tripé que se apoia em três pilares: o ambiental, o social e o econômico. E o empresário atua exatamente nesses dois últimos — é ele quem gera emprego, renda e riqueza. Sem autonomia financeira, sem estabilidade social, a população tende a se afastar do cuidado com o meio ambiente”, declarou.
O professor Ney Campello, coordenador do Núcleo de Educação e Cultura da ACB, reforçou a importância da parceria com a Faculdade Olga Mettig. “Estamos muito felizes em fazer parte deste projeto. A Faculdade Olga Mettig traz toda a sua experiência e credibilidade para garantir que o conteúdo do curso seja de alto nível e relevante para os profissionais que desejam transformar a realidade das cidades baianas e brasileiras. A educação tem o poder de gerar mudanças profundas, e acreditamos que este curso será uma grande transformação”, declarou.
Fonte: Tribuna da Bahia







