Na manhã desta quarta-feira (20), professores da rede municipal de Feira de Santana participaram de uma assembleia convocada pelo sindicato APLB — Feira de Santana para discutir como repor as aulas perdidas durante greve do mês de abril deste ano.
A Secretaria de Educação apresentou uma proposta para recuperar o tempo letivo dentro dos 200 dias exigidos por lei. A categoria também avaliou outros pontos de interesse, incluindo a pauta de 14 reivindicações — que foi homologada pelo Tribunal de Justiça da Bahia — envolvendo licença-prêmio e progressão na carreira, que não vêm sendo cumpridos pela gestão municipal.
A professora Marlede Oliveira, presidente da APLB, alertou que se o governo municipal não responder positivamente, a categoria poderá recorrer a novas mobilizações e paralisações: “Se não cumprir, a gente vai ter o direito de fazer mobilização, paralisação, o que for necessário.”
Outro ponto debatido foi o cálculo de indenizações relativas a cortes salariais de 2020. O sindicato reivindica cerca de R$ 49 milhões, enquanto a prefeitura reconhece apenas R$ 23 milhões — e estuda pagar apenas R$ 15 milhões. Uma nova assembleia está marcada para o dia 26, e audiência no fórum municipal ocorrerá em 2 de setembro com juiz, sindicato e governo para encaminhar o debate.
Fonte: Acorda Cidade







