O dirigente sindical destacou que a maioria da população baiana depende do acesso à educação pública e que a visão de Sandro ignora a realidade de desigualdade e exclusão que cerca o ensino no Estado.
Ele pontuou que a privatização poderia marginalizar ainda mais famílias em situação de vulnerabilidade, já que muitas não têm condições de arcar com mensalidades ou custos indiretos como transporte e materiais escolares.
Segundo Sandro Filho, a proposta não traz avanços estruturais e enfraquece o compromisso constitucional com a universalização da educação.
Além disso, ele reforçou que o modelo privado de ensino não tem compromisso com o desenvolvimento social nem com a equidade — o que transformaria escola em negócio, não em espaço de conjunto de direitos.
Em seguida, líderes comunitários presentes ao debate reforçaram a importância do papel do Estado no financiamento e gestão da educação, e cobraram políticas públicas que garantam escolas de qualidade para todos os territórios.
Fonte: TRBN







