Com entrada gratuita, a abertura do evento contará com a exibição do mini documentário “Jubileu de Ouro do Samba”, produzido pela Umbu Comunicação & Cultura.
Lançado em abril deste ano, o filme resgata a trajetória do bloco e reafirma sua importância para a cultura afro no contexto do Carnaval de Salvador, incluindo depoimentos de personagens, artistas, pesquisadores e associados que destacam o legado do Alvorada para a cultura baiana.
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Vadinho França, presidente do Alvorada, comenta sobre a trajetória do bloco e sua relevância para o carnaval da Bahia.
“Chegar aos 50 anos é motivo de muito orgulho. O Alvorada não é apenas um bloco, mas um movimento de resistência cultural que abriu caminho para que o samba tivesse o destaque que merece no Carnaval de Salvador. Essa exposição é uma oportunidade de revisitar nossa história e celebrar, junto com o povo baiano, essa trajetória de luta, alegria e tradição”, destaca.
História do Bloco Alvorada
O Bloco Alvorada foi fundado em 1975 por jovens estudantes do Colégio Severino Vieira e por Vadinho França, que também é fundador da Unesamba, que reúne os nove blocos de samba da folia baiana.
Entre suas principais características, o bloco é o único do gênero com repertório próprio. No desfile, conta com ala das baianas, passistas e como símbolo, um galo de 3 metros que abre o cortejo.
Nascido no Gravatá, onde funciona até hoje, o projeto realiza trabalhos sociais ao longo do ano com a comunidade negra, como a feira de empreendedores e o caruru, que marca o início do ciclo de ensaios.
Fonte: A Tarde







