Na sua avaliação, a proposta responde a uma demanda urgente de transformação
Em um momento crucial para o desenvolvimento das cidades, a Universidade Aberta da Associação Comercial da Bahia (UniACB) e o Instituto Baiano de Direito Imobiliário (IBDI) lançaram o curso de pós-graduação Planejamento Urbano: Cidades e Comunidades Sustentáveis. Com 360 horas de carga horária, na modalidade Lato Sensu, o curso visa capacitar profissionais para enfrentar os desafios urbanos, promovendo cidades mais resilientes. A validação acadêmica é da Faculdade Olga Mettig, reconhecida instituição baiana.
O pré-lançamento ocorreu ontem, no auditório da ACB, no Comércio, com a presença de autoridades e especialistas como Ernesto Carvalho (arquiteto e urbanista) e Reinaldo Borba (consultor educacional e engenheiro). Estiveram presentes também o presidente da ACB, Paulo Cavalcanti, o vice-presidente Luiz Sobreira, a empresária Isabela Suarez e a presidente do IBDI, Maria Amélia Garcez.
Luiz Sobreira afirmou que a iniciativa ultrapassa os limites do setor imobiliário e é estratégica para o futuro das cidades baianas. “Este curso não é apenas uma formação para especialistas, mas uma contribuição para toda a sociedade. Reflete a necessidade de discutir a sustentabilidade e o planejamento urbano para transformar nossas cidades”, declarou o vice-presidente da ACB.
A parceria com o IBDI e a Faculdade Olga Mettig foi apontada como um diferencial. “Juntar as forças do IBDI, da Faculdade Olga Mettig e da Associação Comercial é garantir credibilidade e qualidade no ensino. O curso traz uma abordagem interdisciplinar que vai formar profissionais capazes de contribuir com a criação de cidades mais organizadas e sustentáveis”, completou.
Para Sobreira, o curso é voltado não só a profissionais do direito ou da arquitetura, mas a todos os que se preocupam com o futuro urbano. “A Bahia tem 417 municípios, e oferecer formação especializada sobre planejamento urbano é uma grande responsabilidade. Este curso vai formar pessoas que, além do conhecimento técnico, compreenderão o impacto social desse planejamento”, explicou.
Ele também destacou que o estado carece de maior compreensão sobre a construção de cidades sustentáveis. “A ausência de planejamento estruturado tem gerado problemas como o trânsito caótico, a escassez de espaços públicos de qualidade e desafios ambientais, sobretudo em áreas vulneráveis”, pontuou.
Na sua avaliação, a proposta responde a uma demanda urgente de transformação. “Este curso é uma resposta direta a essa necessidade. Vai preparar os alunos para pensar cidades que integrem aspectos sociais, ambientais e de mobilidade de forma equilibrada”, concluiu.
Fonte: Tribuna da Bahia







