Entidades promovem 1º Seminário da Comunidade Carnavalesca para debate

A abertura do evento ocorreu última no dia 5 de maio, às 20h, com palestra magna do professor e jurista Dr. Samuel Vida, seguida de um coquetel de boas-vindas aos participantes

O 1º Seminário da Comunidade Carnavalesca, um espaço de diálogo, escuta e construção coletiva voltado à atualização das regras que orientam os desfiles das entidades do Carnaval de Salvador será realizado até quinta-feira (8). O evento, que começou na última segunda-feira (5), acontece na Fundação João Fernandes da Cunha, no Largo do Campo Grande, e reúne representantes de todas as categorias de blocos e dos afoxés, sob a coordenação da ABS (Associação dos Blocos de Salvador) e da Acema (Associação das Entidades de Matriz Africana).

O seminário tem como objetivo promover um debate democrático, inclusivo e disciplinado sobre o futuro da festa e a organização dos desfiles. Participarão entidades carnavalescas, associações representativas e segmentos diversos que constroem o Carnaval de rua, em um ambiente colaborativo. Ao final do encontro, será redigida uma Carta de Propostas e Recomendações, que será entregue à imprensa e encaminhada às autoridades e órgãos públicos responsáveis pela estruturação do Carnaval.

A abertura do evento ocorreu última no dia 5 de maio, às 20h, com palestra magna do professor e jurista Dr. Samuel Vida, seguida de um coquetel de boas-vindas aos participantes. Nos dias 6, 7 e 8, a programação segue com exposições, mesas de diálogo e debates entre os

diferentes segmentos carnavalescos. Todos os participantes receberão certificados de participação.

O presidente do seminário, Jamil Calheiros, comunicador e radialista com longa trajetória à frente de congressos do Carnaval da Bahia, destaca a importância do evento.

“Há muito tempo o Carnaval de Salvador não é debatido com a profundidade e o respeito que merece. Este seminário é uma retomada do diálogo com as bases que fazem a festa acontecer nas ruas”.

O seminário será um marco no processo de valorização do conhecimento coletivo, da tradição e da escuta ativa, apontando caminhos para um Carnaval mais justo, organizado e representativo.

 

Fonte: Tribuna da Bahia

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