Festa literária anuncia lançamento com documentário dos 50 anos do Ilê Aiyê

Entre as atrações que serão anunciadas na noite de lançamento, estão a participação do escritor, rapper e ativista MV Bill, que integra a programação oficial da feira

A Festa Literária Internacional de Serrinha (FELIS) chega à sua segunda edição e já começa com grandes expectativas. O lançamento oficial da programação será realizado no dia 04 de abril, às 19h, no Auditório da UNEB – Campus XI (Serrinha), e contará com uma apresentação especial do que está por vir.

Entre as atrações que serão anunciadas na noite de lançamento, estão a participação do escritor, rapper e ativista MV Bill, que integra a programação oficial da feira, e a exibição do documentário “Ilê Aiyê: A Casa do Mundo”, que celebra os 50 anos do mais antigo bloco afro do Brasil. A exibição será uma sessão especial em homenagem aos 25 anos de fundação do Movimento Negro Afro Jamaica de Serrinha. Após o filme, o público poderá acompanhar um bate-papo sobre a obra e a trajetória do Ilê Aiyê, com convidados especiais, entre eles o presidente do bloco, Antônio Carlos Santos, o Vovô do Ilê.

Durante a FELIS, o público também poderá conferir a apresentação musical da Banda Aiyê, diretamente do Curuzu.

A FELIS 2025 será realizada de 06 a 10 de maio, com o tema “Do som à palavra – Ancestralidade e resistência no Sisal”, e promete reunir grandes nomes da literatura, da cultura e das artes em uma programação gratuita, diversa e acessível. Com curadoria do escritor e jornalista serrinhense Ricardo Ishmael, jornalista da TV Bahia e autor de obras como “O Curioso Destino de Rita Quebra-Cama” e o best-seller “A Princesa do Olhinho Preguiçoso”, a FELIS renova seu compromisso com a valorização das múltiplas vozes do território.

Segundo Ishmael, “renova-se o desafio de oferecer à Serrinha, ao Território do Sisal e à Bahia uma grande festa de celebração do livro e da leitura, protagonizando as múltiplas escritas da nossa gente, com destaque para as narrativas femininas, negras e populares, segmentos historicamente excluídos dos processos de escrita”.

 

 

Fonte: Tribuna da Bahia

 

 

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