Professora de Amélia Rodrigues conquista 1º lugar em concurso nacional da Escola da Magistratura do Maranhão

A professora teve seu artigo premiado durante cerimônia realizada em São Luís, no Maranhão.

A professora Thaís Vieira Góis dos Santos, que atua nas redes municipal e estadual de ensino da Bahia, brilhou ao conquistar o primeiro lugar na categoria Direito, Antidiscriminação e Paridade de Gênero do II Concurso Nacional de Artigos da Escola Superior da Magistratura do Maranhão (Esmam). Natural do município de Amélia Rodrigues, a educadora teve seu artigo premiado durante cerimônia realizada na sexta-feira (28), em São Luís, no Maranhão.

Premiação de professores na Esmam
Foto: Divulgação/Ribamar Pinheiro

produção acadêmica de Thaís, intitulada “Legislação no combate à discriminação”, foi escolhida entre trabalhos de todo o país, destacando-se por sua análise profunda sobre normas antidiscriminatórias e estratégias para promoção da igualdade de gênero e combate à discriminação.

“Foi um momento muito especial na minha trajetória, e essa foi a única instituição onde o artigo chegou ao topo”, declarou a professora ao portal Acorda Cidade.

Premiação de professores na Esmam
Foto: Divulgação/Ribamar Pinheiro

Premiação e Reconhecimento

O concurso, que prestou homenagem ao desembargador Milson Coutinho, premiou os primeiros colocados de sete categorias com R$ 5 mil, além de passagens e diárias para participação na solenidade. Ao todo, foram distribuídos R$ 70 mil em premiações. Os artigos selecionados abordaram temas de grande relevância para o Direito contemporâneo, como Direito Processual Civil, Penal, Digital, Sustentabilidade, Economia e Antidiscriminação.

Premiação de professores na Esmam
Foto: Divulgação/Ribamar Pinheiro

Além da premiação, o evento também contou com o II Seminário Científico da Esmam e uma palestra do desembargador federal Ney Bello, que falou sobre os desafios da imparcialidade no Judiciário. Ele abordou “O mito da neutralidade do juiz: a Praxis, o Doxa e a Dogmática na atividade jurisdicional”.

“Quando falamos em neutralidade, estamos, na verdade, falando de uma ilusão de distanciamento absoluto. O juiz nunca é completamente neutro, nem deve ser. O que ele precisa é compreender o contexto em que está inserido, reconhecer suas influências e, a partir disso, aplicar a dogmática de maneira crítica, construindo decisões mais justas e conscientes”, explicou.

 

 

Fonte: Acorda Cidade

 

 

 

 

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