O grupo foi até a Secretaria de Educação na tentativa de conversar com o secretário, Pablo Roberto, mas não teve sucesso.
Na manhã desta terça-feira (18), professores e integrantes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia (APLB), em Feira de Santana, realizaram uma paralisação reivindicando melhorias nas condições de trabalho. Ao todo, a categoria cobra que a prefeitura analise 13 solicitações, entre elas, o pagamento do piso nacional e a concessão de licenças.

Em entrevista ao Acorda Cidade, a presidente da APLB Feira de Santana, professora Marlede Oliveira, contou que o grupo foi até a Secretaria Municipal de Educação na tentativa de conversar com o secretário, Pablo Roberto, mas não teve sucesso, pois o chefe da pasta está viajando.
“Quem nos recebeu foi a professora Nívia, subsecretária, e ela disse que não tem resposta porque o secretário Pablo não se reuniu nem com o secretário da Fazenda, nem com o secretário da Administração para decidir sobre pagamento do piso, enquadramento dos professores, enfim, toda a nossa pauta”, disse Marlede.

A lista de reivindicações conta com o pedido para o pagamento do piso nacional para a categoria, enquadramento da carga horária dos professores, mudança de referências, concessão de licenças-prêmio e licença pecuniária, reserva de carga horária para professores Reda e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e reformulação do plano de carreira.
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“O pagamento do piso, que era em janeiro, nós já estamos em março, e até hoje não tem resposta. Tem professor que pediu enquadramento desde 2016. Nós temos 13 pontos que entregamos para o outro governo e até hoje não tem resposta de nenhum desses pontos. Então, ficou decidido que vamos aguardar até a próxima terça-feira (25), às 14h, quando vamos fazer uma assembleia na sede da APLB e se não tiver resposta até lá, a categoria vai dar o rumo da luta”, concluiu a presidente.

Com informações do repórter Paulo José do Acorda Cidade
Fonte: Acorda Cidade







