Monólogo de Rodrigo Lelis “Sr. Oculto” retorna no novo Cineteatro 2 de Julho

Depois de lotar o Teatro Vila Velha com duas sessões que celebraram os 60 anos de atuação do Vila e o encerramento das atividades para reforma, o primeiro monólogo de Rodrigo Lelis, “Sr. Oculto”, retorna com apresentações no Cineteatro 2 de Julho. O espetáculo fica em cartaz de 28 de novembro a 01 de dezembro, quinta e sexta às 19h, sábado e domingo às 17h e 19h. A nova temporada contará também com sessões especiais voltadas para a comunidade, estudantes de escolas públicas, e no último dia, às 17h, uma sessão com libras e audiodescrição.

Os ingressos já estão sendo comercializados a preços populares e garantem também meia-entrada para artistas, pessoas negras, povos indígenas, beneficiários do Bolsa Família e pessoas LGBTQIAPN+. As entradas podem ser adquiridas através do Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/sr-oculto/2725348.

Com encenação de Marcio Meirelles e texto de Mônica Santana, “Sr. Oculto” é uma tradução cênica da novela “O Estranho Caso de Dr. Jekyll e Sr. Hyde” (do autor britânico Robert Louis Stevenson), popularmente conhecida como “O Médico e o Monstro”. Nesta versão brasileira e contemporânea, será relida a história do médico que se isola da sociedade cada vez mais, na medida em que sua criação monstruosa ganha mais visibilidade. O espetáculo traz à tona temas como a dualidade da natureza humana, o conflito entre o bem e o mal, as complexidades da identidade, da ética e da moralidade, questões que já habitavam a sociedade no século XIX (1886), mas que permanecem relevantes.

Indicado em 2019 ao Prêmio Braskem de Teatro como revelação, Rodrigo interpreta a dupla personalidade do personagem principal: Dr. Jekyll e Sr. Hyde, um desafio para o ator que se reencontra com o teatro após dois anos atuando diante das câmeras em grandes produções.

O espetáculo Sr. Oculto é uma realização do Estúdio Arroyo e do Ministério da Cultura, com produção da Ayó Criação, contando com o patrocínio da Bahiagás/Governo da Bahia, e também do Banco do Nordeste/Governo Federal através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Fonte: Tribuna da Bahia

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